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Pastor encontra diamante de US$60 milhões e doa para combater a pobreza

  • 13 de mar. de 2017
  • 2 min de leitura

O pastor poderia se tornar um dos homens mais rico de Serra Leoa, mais preferiu ajudar seu povo que sofre com a pobreza extrema.

O pastor Momoh exibe o diamante de 60 milhões de dólares.

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O que você faria se encontrasse um diamante de 706 quilates cujo valor equivale de 60 milhões de dólares?

Quando Encontrou a pedra em uma mina, o pastor Emanuel Momoh não teve dúvidas: fez uma doação para combater a pobreza em seus país.

A história de Momoh tem corrido o mundo, ele trabalha em minas no país para complementar a renda e em um desses dias de trabalho conseguiu encontrar um dos maiores e mais valiosos diamantes que existe em todo mundo.

Para se ter uma ideia, a pedra encontrada na região de Kono foi a maior descoberta de diamantes desde 1972, segundo informações da agência de notícias ‘Africa Today’.

“Acredito que o governo possa fazer mais. Especialmente em um momento em que o país está passando por alguns desafios econômicos”, disse Momoh à Africa Today.

O pastor espera que o valor seja usado para dar acesso aos mais pobres à eletricidade e ao transporte de qualidade.

Serra Leoa Uma terra onde nasce diamantes tão valiosos sustenta todos os dias milhares de pessoas que são vítimas de uma guerra civil que devastou o país.

A aldeia de Yakadu, onde o diamante foi encontrado, é um desses povoados de extrema pobreza, atingidos pela guerra e pelo Ebola.

Mas o pastor não trabalha para essas empresas, utilizando seus conhecimentos e ferramentas simples, ele conseguiu cavar e encontrar a pedra que agora é considerada como o 13º maior diamante bruto que já foi extraído em todo o mundo.

O presidente se comprometeu em leiolar a pedra preciosa e agradeceu ao pastor por não ter contrabandeado o diamante fora do país. A atitude do religioso também será recompensada por Koroma.

Guerra

No início dos anos 2000 milhares de pessoas trabalharam em regime de trabalho escravo para encontrar diamantes, cavando na lama, com o objetivo de financiar uma rebelião montada por um sargento apoiado pela Libéria, chamado Foday Sankoh.

“A Frente Revolucionária Unida de Sankoh puniu aqueles que resistiram à escravidão, mutilando essas pessoas, arrancando ouvidos e órgãos genitais ou globos oculares. Mais de 100.000 pessoas foram mortas e dezenas de milhares foram mutiladas antes da intervenção militar da Grã-Bretanha em 2000, que virou a maré da guerra a favor do governo”.

O filme “Blood Diamond” (“Diamante de Sangue”) relata essa trágica parte da história do país e, principalmente, dos moradores de Kono. Com informações God Reports.

Créditos: http://noticias.revivaltimes.com.br

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